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[Mission] Catch the Thief!

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[Mission] Catch the Thief!

Mensagem por Drake Devilheart em Dom Fev 28, 2016 10:38 pm

Catch the Thief!

Membro(s) participando: Hunter
Alvo/Objetivo: Derrotar Impmon
Narrador: N/A(One-Post)

O jovem fora transportado da mission central da Union para a entrada da caverna onde o cliente afirmou que o ladrão estaria se escondendo. O domador se encontrava de cara com vários cristais luminosos, o vento fora da caverna está calmo, a ilha estava a passar por cima da Wild Hunters Jungle, os digimons da caverna não parecem hostis.

Considerações Finais:
-Você não tem certeza de onde da caverna o Impmon está;
-Impmon só será derrotado após um total de seis golpes;
-Se quiser fugir não haverão dados mas a energia perdida será maior;
-Boa sorte.




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Re: [Mission] Catch the Thief!

Mensagem por Hunter em Ter Mar 01, 2016 12:29 am



Catch the Thief!
[...] Comecei a refletir se deveria ter reclamado de não fazer nada durante o dia e sua totalidade, que gostam de parecer mais longos quando nada é feito. Resultado: fui designado à um trabalho de rastreador, e de carrasco. Tenho certa preferência pelo último tipo, mas, sem o primeiro, não há como encontrar alvos foragidos. No caso, o meu alvo, um Impmon trombadinha, estaria em seu esconderijo na Caverna de Cristais - Localizada no Digimundo, mas paralelamente à grande ilha flutuante, e servindo de atalho para a citada.

Não demonstrei nenhum sinal de cansaço ao caminhar diversas vezes por aquele local. Havia alguns digimons estranhos por lá, quer dizer, nada muito diferente do que já tinha cruzado o meu caminho, mas todos amigáveis, fingindo não notar a minha presença, provavelmente, pois trabalhavam assim como eu. Um trabalho tedioso e longo, sem contar a parte das interrogações aos digimons dali para saber se viram algum Impmon. Tão longo que grande parte da minha memória naquele momento era constituída pelo chão de terra preta, os cristais de diferentes cores, incrustados nas paredes de pedra, e um extenso caminho reto, com algumas pedras intrusas de diferentes tamanhos em sua perfeição plana. Por um momento, pensei ter me perdido, pois há divisões com diferentes caminhos, mas que, no final destes, o destino é o mesmo: o longo caminho, acho eu.

Pegadas e mais pegadas, ainda, enfeitavam o solo negro da caverna, negros como seus próprios interior e horizonte. Os mesmos rastros notados por Kotemon, um digimon reptiliano roxeado vestido com vestes de proteção, como um quimono de samurai de seda e um capacete de grades e chifres, iguais aos chifres de sua forma anterior - Caprimon - e uma espada longa de bambu. Meu fiel companheiro e parceiro aventureiro desde que cheguei há meses, ele sabe muito a respeito de rastreamento, e abatimento também, de fugitivos. Para que isto fosse comprovado, olhou atentamente as pegadas, apoiando-se em seu joelho direito para agachar levemente:

- Sr. D'karer, um minuto. - Parei ao ouvir seu pedido de espera, virando-me para trás, confuso - Temos algumas pistas aqui.

Ponderei instantaneamente, pois vários digimons passam pelo local diariamente, mas logo fui cortado pelo digimon, que pedia desculpas pelo ato, dizendo que reconheceria pegadas de um Impmon em qualquer lugar, até porque havia outras criaturas digitais de mesma espécie na base da Union. Inquietei-me e ouvi o resto de suas palavras:

- Elas estão quentes, então ele deve estar por perto... - Kotemon arregaçou as longas mangas de sua vestimenta, encostando sua pata na marca de Impmon no solo - Vamos segui-las, senhor.

Assenti à ideia de meu parceiro, voltando a caminhar, mas seguindo as diversas pegadas no chão, espaçadas e de duas em duas, simbolizando a corrida de seu criador. O último deveria estar correndo pela adrenalina liberada ao assaltar alguém, e, já que fora um Patamon, provava-se tratar de um ladrão dos mais desprezíveis. Sem contar que, segundo as informações que me foram fornecidas, é uma criança travessa e enganadora. Talvez roubasse apenas para causar tristeza, fúria, raiva, descontentamento, em suas vítimas; uma brincadeira deplorável. Entretanto, mesmo mediante destas banalidades, não poderíamos fazê-lo provar do gosto da justiça ao deletá-lo, pois Patamon pedira para o levarmos vivo e apenas ensinar à ele uma lição - É um belo começo.

No meio do caminho, bolei um plano para ensinar tal lição: lutaríamos contra Impmon, deixaríamos perto de seu último suspiro e, a partir daí, o levaríamos de volta ao Patamon, ou deixaríamos clara a nossa intenção com tudo aquilo. Era bem simples, mas a simplicidade ficaria apenas no papel, uma vez que, para derrotar Impmon, não haveria tanta facilidade assim, mas confio em Kotemon e em suas habilidades e força, então não era um grande problema.

Calmamente, eu e Kotemon viramos por todos aqueles túneis da caverna de cristais, que se mostrava cada vez mais extensa. As pegadas alternavam-se por vezes, e, de modo ocasional, se interrompiam, voltando à sequência após alguns passos. Ou o digimon pulou pelas paredes para tentar enganar seus perseguidores ou o mesmo visava apenas a enganação. De qualquer forma, não estava sendo fácil encontrar seu esconderijo, mas de uma coisa sabíamos: Não havia como nos despistar assim. Tanto é que, logo depois, notei um pequeno quebradiço em dos cristais, levando em consideração sua perfeição nos formato e sequência de arrumação, e parei Kotemon:

- Kotemon, olhe. - Apontei para o cristal rachado - Não tenho certeza, mas isto me diz que chegamos.

O digimon virou sua cabeça para mim. Não o encarei, pois toda a sua face era recoberta pelas sombras providas por seu capacete de grades, permitindo apenas que seus olhos amarelados brilhassem e indicassem sua existência. Ele caminhou até o lado da parede onde o cristal estava, sacou seu bastão de bambu, colocou sua mão por sobre a superfície rochosa da parede, depois colocando sua cabeça para saber se era oca ou não. Primeira opção; fez, então, um movimento para atacar com sua espada, desferindo um forte golpe contra as rochas da parede falsa e quebrando-a em pedaços.

Nenhum digimon passou pelo local - Preferiam passar pelo caminho reto, enquanto havíamos tomado o da direita, seguindo as pegadas de Impmon. O estrondo fora abafado rapidamente pela terra que caiu, e, lançando o item roubado para cima e para baixo, o Impmon ladrão estava deitado. Pegou o item e levantou, assustado, encarando-nos. Iniciei:

- Impmon, viemos pelo item. - Minhas palavras vagaram pelas sombras na mente do digimon das trevas, congelando-o - Tente fugir e nós o pegaremos; lute e nós o derrotaremos; dialogue e nós o silenciaremos. Este é o fim da linha; o teu fim, criança insolente. Algum último pedido?

- Hahaha, humano idiota! - Gargalhou em tom de ironia, encarando o item - Achas que perderei meu tempo contigo e este teu servo fraco?

Kotemon engatilhou um passo à frente, mas parei-o, pois não era sábio dar o primeiro golpe contra algo como Impmon. Fitei o último sem nenhuma expressão facial. Minha cordialidade não funcionara com o digimon ladrão, então apenas as afrontas restaram. Em tom sarcástico, provoquei-o, como ele mesmo tentara conosco. Não funcionou, provavelmente porque ele devia estar acostumado com aquele tipo de diálogo. Utilizei outros recursos:

- Sejamos verdadeiros a partir de agora, pequeno. - Retirei minha mão direita da fronte de Kotemon - Caso ocorra, será um contra um, mas estarás em desvantagem. Estás sozinho aqui, pois nem aqueles que julgas como teus amigos o são. Não reflita: não tenho tempo a perder com as tuas travessuras, a não ser que queiras experimentar o gosto dos teus próprios dados. Não queres isto, correto?

Ele me olhou com receio; desta vez, minhas palavras o atingiram profundamente, o que me era comum. Em tom de revolta, jogou o item para o lado, serrando os punhos, e os abriu, criando pequenas esferas de chamas sombrias. Chamou-nos para a batalha, interrogando com o argumento de que queríamos uma batalha, e assentimos a isto. A partir daí, o único pedido que fiz a Kotemon foi para apenas deixar Impmon em seu leito de destruição, não para fazê-lo, pois, senão, o objetivo não se completaria. Recebi a concordância de meu parceiro com seu movimento de cabeça, vendo-o se direcionar para o oponente e sacar seu bastão de bambu, entrando em posição de combate.

Kotemon ordenou o começo, e, logo, as esferas que estavam sobre a mão de Impmon foram lançadas contra o digimon domado por mim. Em alta velocidade, mas pecando na pontaria, as esferas atingiram as paredes do esconderijo - As laterais da entrada - criando buracos um pouco maiores que os projéteis. Na mesma velocidade, o digimon réptil deu alguns passos para frente, se mantendo em sua posição de combate. Um pequeno brilho passou em seu olho direito, que fora o alarde para uma sequência de golpes rápidos com o bastão, quase indefensáveis por Impmon. Golpes na perna, no braço, no abdômen, nos pés, nas mãos, nos joelhos, no peito e na cabeça, alguns sendo desviados, como os na cabeça, e outros, sofridos com intensa força:

- Continua. - Kotemon deu outra ordem, friamente.

Impmon estava caído com algumas dores nas pernas e nos braços, quando tentou olhar para o fundo dos olhos de meu parceiro, falhando. Gargalhou um pouco, dizendo que estava impressionado com a rapidez dos golpes de seu oponente, mas que não seria o bastante para conseguir lhe derrotar. Sabíamos que ele era muito fraco, mas que era rápido, também. Rapidez esta demonstrada no momento em que saíra correndo em direção à parede da esquerda, criando novas bolas de fogo negro e lançando-as contra Kotemon.

Desta vez, sua pontaria teve sucesso, mas parcial: o digimon espadachim bloqueou uma das esferas, jogando-a contra a parede na qual Impmon corria, mas foi atingido pela segunda no lado direito de seu peito, empurrando-o levemente para trás. O que impressionou o digimon travesso neste golpe foi a resistência à dor demonstrada por Kotemon, que é um de meus ensinamentos ao mesmo, mas que não significava uma menor danificação, tanto é que, no local atingido, a esfera deixara uma pequena queimadura. Como contra-ataque a isto, Kotemon arrancou contra o Impmon, posicionando sua espada como uma lança - Braços flexionados e a espada estando próxima do peito, mas à frente.

Impmon era claramente mais rápido que Kotemon, saltando por cima do último quando este desferiu um golpe de estocagem com seu bastão, mas, ainda no golpe, puxou a espada para cima, marcando um ângulo de cento e oitenta graus e acertando o digimon das trevas em suas costas com precisão. Após o golpe, o acertado fora lançado contra o chão, porém levantou com a mesma velocidade utilizada para reagir ao primeiro golpe do meu parceiro, preparando-se para revidar o quanto antes.

Ele tentou uma nova estratégia: posicionou-se da melhor forma possível para avançar contra Kotemon, assim que o mesmo virasse, e desferir chutes velozes com ambas as pernas. A intenção foi boa, mas a execução não chegou nem aos pés da ideia, pois, ao movimento do digimon de espada, Impmon correu e chutou várias vezes as pernas de Kotemon, o que não causou tanto efeito, uma vez que suas pernas fossem revestidas com seu couro reptiliano roxeado e os pequenos pontapés do digimon das trevas não fossem grande coisa além de movimentos rápidos com suas pequenas pernas.

Adquiriu-se uma vantagem com estes últimos movimentos, pois Impmon estava numa distância menor do que de costume, com um sorriso torto para Kotemon, ao ver que seu golpe havia falhado toscamente. Perto dele, o bastão envolveu-se em chamas avermelhadas, e ele tentou recuar para aumentar a diferença de distanciamento. Porém, logo após seu salto para trás, levou um forte golpe em sua cabeça com a espada de bambu em chamas do digimon espadachim. Com o impacto relatado, foi lançado contra a parede da direita, rachando-a levemente e, em seguida, caindo de joelhos no chão.

Ofegante, Impmon não retirava seu sorriso do rosto: um meio de provocar-nos. Não parecia funcionar, já que Kotemon mantinha sua atenção redobrada aos perigosos movimentos de seu oponente demoníaco. Estávamos em vantagem, e isso se estenderia pelo resto da batalha, pois Impmon demonstrava fraqueza em todos os seus aspectos e habilidades - Menos em suas brincadeiras e travessuras. Por isso, talvez, ele fugia, todavia, naquele momento, não havia possibilidade de fuga, e ele estava ciente disto. Sendo assim, utilizaria dos artifícios citados como armas de combate, mas... de que forma?

Levantou com dificuldade, caindo novamente. Logo retirou o sorriso da cara, trocando-o por uma expressão infeliz, de dor e de sofrimento. Tentou tocar na essência de justiça do coração de Kotemon, e conseguiu por alguns segundos, mas cortei o processo com rispidez como facas e lâminas afiadas:

- Ignore-o. - Levantei minha cabeça, mas sem desencostar da parede da caverna - Se Patamon tivesse o feito, não estaríamos aqui. Sabes qual é nossa missão, Kotemon, então não desvie do nosso caminho.

Encarando-me logo, Impmon voltou os olhos ao meu parceiro, que, ao ouvir o que eu disse, acordou de vez. Ele voltou, então, à posição inicial de combate, preparando-se para o próximo golpe de Impmon, indefinido ainda. Até que, de repente, uma gargalhada veio do digimon demoníaco - Ele estava nervoso, tenho quase certeza, pois não parou de gargalhar por alguns minutos até conseguir levantar-se sucessivamente. Repetiu um movimento executado por duas vezes anteriores, mas, naquela vez, criou duas esferas de fogo, que aumentavam gradualmente. Logo em seguida, lançou-as contra Kotemon, que deu um salto para trás, desviando. Entretanto, ao atingirem o chão, criaram alguns pilares de fogo, bloqueando a visão e a passagem do meu parceiro.

- Te peguei! - Comemorou Impmon brevemente, preparando-se para um novo ataque: - Summon!

O ataque de final de Impmon entrara em construção: Sua velocidade era imposta até mesmo nesta última, juntando os pés, estendendo os braços para os lados, abrindo os punhos e, acima destes, criando uma pequena aura azulada e uma outra avermelhada. Juntando-as numa simetria perfeita, uma imensa esfera feita dos dois elementos, gelo e fogo, respectivamente, surgia logo à frente de Impmon, terminando, na mesma velocidade em que começara, a construção do movimento. Daí, a lançou contra os pilares de fogo e, consequentemente, Kotemon, que era seu alvo inicial.

Olhei de leve para o golpe, achei que não era nada, primeiramente, e retornei meu olhar para a baixo. No mesmo instante e impressionado, encarei o movimento do digimon trombadinha - Não esperava dele algo daquele tamanho. Troquei meu olhar para o lugar onde Kotemon estava, esperando que ele contornasse com maestria aquela situação, mesmo levando em consideração o acerto de Impmon. Para finalizar o que começara, este último olhou para onde eu estava olhando, movimentando especificamente os seus braços na mesma direção, de maneira a movimentar o grande projétil de elementos formado.

Numa fração de segundos, a enorme esfera se chocou contra os pilares, causando uma pequena explosão, que fora o bastante para desfazer os pilares flamejantes criados. Sem nada no caminho contra Kotemon, e este sem muitas opções de defesa, o seguinte cenário era visto: O enorme projétil de fogo e gelo se aproximava do digimon com o bastão, que pôs este último à sua frente para tentar parar o movimento contrário do golpe, mas não foi suficiente. O forte impacto ocorreu, lançando Kotemon contra a parede às suas costas, que rachou profundamente.

Provavelmente, aquele esconderijo cairia em poucos segundos. Não haveria tempo para mais nada, a não ser um último golpe já engatilhado por Kotemon. Em poucos e rápidos passos, movimentou seu bastão para trás, enquanto o envolvia em eletricidade do começo ao fim de seu cabo, e avançou uma última vez contra Impmon. Ele estava tão cansado quanto o digimon das trevas, mas o espírito de luta e de justiça do espadachim parecia ser maior que seus ferimentos e desgastes físicos, não sendo obstáculo para a forte pancada desferida contra a cabeça de Impmon, lançado para perto de mim.

As primeiras rochas do teto começaram a cair ao fundo. Chamei Kotemon, peguei Impmon pelo cangote e saímos do esconderijo a desabar incessantemente até sobrarem apenas ruínas do mesmo. Desacordado, coloquei-o sobre meu ombro e parabenizei o meu parceiro pelo belo combate contra o ladrãozinho, dizendo, também, que cuidaria de seus ferimentos assim que voltássemos para Union, o que seria em breve.

Nós saímos da caverna ilesos, e Impmon começou a acordar. Sem se debater, o que me impressionou novamente, coloquei-o encostado na parede de fora da caverna, enquanto ele retomava sua consciência após o desmaio. Agachei para que o que eu dissesse pudesse ficar mais claro aos ouvidos do digimon, e o perguntei sobre o que ele iria fazer a partir daquele momento. Ele olhou para o lado com uma expressão de indecisão e confusão. Kotemon estava ao meu lado, cravando seu bastão no chão para que conseguisse se apoiar nele e ouvindo toda a conversa.

- Bem... tu perdestes. - Continuei calmamente - Não fizemos trato nenhum, mas não te destruiremos. Te pedimos unicamente para parar com os roubos. Se o que pedirmos não ocorrer, não haverá porquê não te destruir. Estamos entendidos?

Com medo, Impmon olhou para mim e para Kotemon, assentindo diversas vezes com a cabeça. Virei-me e saquei meu Digivice para acionar o teleporte para a Union, mas, antes que isto ocorresse, o digimon derrotado me chamou. Ele queria saber se poderia se juntar a nós na organização. Suspirei e voltei meu olhar a ele, dizendo que não poderíamos fazer algo do tipo, mas, se ele quisesse, poderia, claro, ir à grande base pedir informações ou algum trabalho voluntário.

Um pouco decepcionado com a situação, e de mãos atadas, vi o olhar de Impmon decair. Fui transportado junto a Kotemon, que sentira o mesmo, e despedi-me do digimon travesso...






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Re: [Mission] Catch the Thief!

Mensagem por Drake Devilheart em Ter Mar 01, 2016 7:50 pm

Meus parabéns, missão concluída. O cliente está satisfeito com os resultados e mandou a recompensa como o combinado.

Prêmios:
370 Digicoins;
+15 Tamer Points;
+115 Exp;
-80 de energia




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Re: [Mission] Catch the Thief!

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